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Família e amigos

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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

A ou HÁ?

Para saber se você deve usar “a” ou “há” apresentamos aqui algumas dicas para facilitar a eliminação de dúvidas a esse respeito:

Usa-se “há” quando o verbo “haver” é impessoal, tem sentido de “existir” e é conjugado na terceira pessoa do singular.

Exemplo: Há um modo mais fácil de fazer essa massa de bolo.
Existe um modo mais fácil de fazer essa massa de bolo.

Ainda como impessoal, o verbo “haver” é utilizado em expressões que indicam tempo decorrido, assim como o verbo “fazer”.

Exemplos: Há muito tempo não como esse bolo.
Faz muito tempo que não como esse bolo.

Logo, para identificarmos se utilizaremos o “a” ou “há” substituímos por “faz” nas expressões indicativas de tempo. Se a substituição não alterar o sentido real da frase, emprega-se “há”.

Exemplos: Há cinco anos não escutava uma música como essa.
Substituindo por faz: Faz cinco anos que não escutava uma música como essa.

Quando não for possível a conjugação do verbo “haver” nem no sentido de “existir”, nem de “tempo decorrido”, então, emprega-se “a”.

Exemplos: Daqui a pouco você poderá ir embora.
Estamos a dez minutos de onde você está.

Importante: Não se usa “Há muitos anos atrás”, pois é redundante, pleonasmo. Não é necessário colocar “atrás”, uma vez que o verbo “haver” está no sentido de tempo decorrido.

Por Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola

domingo, 7 de fevereiro de 2010

QUEM FORMA BONS LEITORES/ESCRITORES?

A família, oferecendo um ambiente onde os materiais de leitura e escrita estão presentes
e dando o exemplo (ou seja, lendo e escrevendo).

A escola, alfabetizando e depois continuando (em todos os níveis de educação) a tratar de leitura e escrita em todas as matérias, e não apenas nas aulas de Língua Portuguesa.

A sociedade, oferecendo um ambiente cultural rico e encorajador, com muitas experiências de letramento, no qual todas as pessoas possam se sentir incluídas.

LER BEM, ESCREVER BEM

Quanto tempo de leitura?

15 minutos por dia é uma boa média para o contato com livros e outros materiais de leitura.

Claro que nada impede, e é até desejável, que esse tempo seja aumentado!

Para os bem pequeninos, é bom deixar os livros ao alcance da mão, para que brinquem,

manuseiem e folheiem. Esse é o primeiro passo para se tornar um leitor.

QUE TIPO DE LEITURA?


É bom praticar
TRÊS tipos de leitura:

• leitura BÁSICA, com ajuda de um adulto ou jovem leitor mais experiente;

• leitura diária individual de ESTUDO, ao fazer as lições de casa e o trabalho escolar;

• leitura escolhida por PRAZER.


Os primeiros professores das crianças são os PAIS.
Quanto mais ricas forem as experiências que eles proporcionarem, melhor será
o repertório infantil para continuar aprendendo.

UM RITUAL DE LEITURA NA ROTINA DA FAMÍLIA

Crie rituais de leitura reservando um tempo e um lugar especiais para curtir histórias sem interrupções.

Aconchego é bom para reforçar a sensação de segurança e eliminar o estresse (que produz um hormônio capaz de bloquear a aprendizagem, segundo os cientistas).

Crie efeitos sonoros para captar a atenção.

Faça conexões entre a palavra falada e a palavra escrita, pois ouvir os sons em palavras é uma habilidade básica essencial para a leitura.

Fale sobre a história, para reforçar a compreensão e a memorização.

Leia de novo, e de novo, e mais uma vez, quando pedirem: a repetição ajuda a reconhecer e a se lembrar das palavras, e também a construir o pensamento seqüencial.

Respeite o ritmo de seus filhos, sem forçá-los a lerem mais do que podem (isso pode esfriar o entusiasmo).

Fonte: Instituto Ecofuturo
www.ecofuturo.org.br

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Novas regras ortográficas

Novas regras ortográficas

Do G1, em São Paulo

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Trema – desaparece em todas as palavras

Antes

Depois

Freqüente, lingüiça, agüentar

Frequente, linguiça, aguentar

* Fica o acento em nomes como Müller

Acentuação 1 – some o acento dos ditongos abertos éi e ói das palavras paroxítonas (as que têm a penúltima sílaba mais forte)

Antes

Depois

Européia, idéia, heróico, apóio, bóia, asteróide, Coréia, estréia, jóia, platéia, paranóia, jibóia, assembléia

Europeia, ideia, heroico, apoio, boia, asteroide, Coreia, estreia, joia, plateia, paranoia, jiboia, assembleia

* Herói, papéis, troféu mantêm o acento (porque têm a última sílaba mais forte)

Acentuação 2 – some o acento no i e no u fortes depois de ditongos (junção de duas vogais), em palavras paroxítonas

Antes

Depois

Baiúca, bocaiúva, feiúra

Baiuca, bocaiuva, feiura

* Se o i e o u estiverem na última sílaba, o acento continua como em: tuiuiú ou Piauí

Acentuação 3 – some o acento circunflexo das palavras terminadas em êem e ôo (ou ôos)

Antes

Depois

Crêem, dêem, lêem, vêem, prevêem, vôo, enjôos

Creem, deem, leem, veem, preveem, voo, enjoos

Acentuação 4 – some o acento diferencial

Antes

Depois

Pára, péla, pêlo, pólo, pêra, côa

Para, pela, pelo, polo, pera, coa

* Não some o acento diferencial em pôr (verbo) / por (preposição) e pôde (pretérito) / pode (presente). Fôrma, para diferenciar de forma, pode receber acento circunflexo

Acentuação 5 – some o acento agudo no u forte nos grupos gue, gui, que, qui, de verbos como averiguar, apaziguar, arguir, redarguir, enxaguar

Antes

Depois

Averigúe, apazigúe, ele argúi, enxagúe você

Averigue, apazigue, ele argui, enxague você

Observação: as demais regras de acentuação permanecem as mesmas

Hífen – veja como ficam as principais regras do hífen com prefixos:

Prefixos

Usa hífen

Não usa hífen

Agro, ante, anti, arqui, auto, contra, extra, infra, intra, macro, mega, micro, maxi, mini, semi, sobre, supra, tele, ultra...

Quando a palavra seguinte começa com h ou com vogal igual à última do prefixo: auto-hipnose, auto-observação, anti-herói, anti-imperalista, micro-ondas, mini-hotel

Em todos os demais casos: autorretrato, autossustentável, autoanálise, autocontrole, antirracista, antissocial, antivírus, minidicionário, minissaia, minirreforma, ultrassom

Hiper, inter, super

Quando a palavra seguinte começa com h ou com r: super-homem, inter-regional

Em todos os demais casos: hiperinflação, supersônico

Sub

Quando a palavra seguinte começa com b, h ou r: sub-base, sub-reino, sub-humano

Em todos os demais casos: subsecretário, subeditor

Vice

Sempre:

vice-rei, vice-presidente

Pan, circum

Quando a palavra seguinte começa com h, m, n ou vogais: pan-americano, circum-hospitalar

Em todos os demais casos: pansexual, circuncisão

Fonte: professor Sérgio Nogueira

As novas regras ortográficas estão valendo desde o dia 1º de janeiro de 2009. De acordo com o decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, até 2012 valem as duas formas de escrever: a antiga e a nova. No Ano Novo começa o chamado “período de transição”. Portugal, que também aprovou o acordo ortográfico, adotará as novas regras até 2014.

O guia acima traz as mudanças que já estão definidas. Ainda há exceções - por exemplo, no uso do hífen - que deverão ser discutidas entre as Academias de Letras dos países que falam a língua portuguesa. Espera-se que a Academia Brasileira de Letras organize um vocabulário até fevereiro de 2009.

Vale lembrar que o que muda é a grafia. Ou seja, nada de pronunciar “lin-gui-ça”. A fala continua a mesma, mesmo sem os dois pontinhos em cima do “u”.

Roteiro para revisão de narrativa



* Releia seu texto e perceba se a seqüência dos acontecimentos indica o que aconteceu primeiro, depois o desenrolar da história e, por último, como o fato terminou.
* Veja se a grafia das palavras está correta; na dúvida, consulte o dicionário.
*Verifique se usou os sinais de pontuação corretamente.
* Confira se usou letra maiúscula no início das frases e nos nomes próprios.
* Observe se o título do texto é atraente e tem relação com a história.

REPAREM COMO FALAMOS MUITAS PALAVRAS DESNECESSÁRIAS....

Tautologia
Armadilhas da língua
Você sabe o que é tautologia?
É o termo usado para definir um dos vícios de
linguagem. Consiste na repetição de uma
idéia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido.
O exemplo clássico é o famoso "subir para cima" ou o
"descer para baixo". Mas há
outros, como você pode ver na lista a seguir: - elo de ligação
- acabamento final
- certeza absoluta
- quantia exata
- nos dias 8, 9 e 10, inclusive
- juntamente com
- expressamente proibido
- em duas metades iguais
- sintomas indicativos
- há anos atrás
- vereador da cidade
- outra alternativa
- detalhes minuciosos
- a razão é porque
- anexo junto à carta
- de sua livre escolha
- superávit positivo
- todos foram unânimes
- conviver junto
- fato real
- encarar de frente
- multidão de pessoas
- amanhecer o dia
- criação nova
- retornar de novo
- empréstimo temporário
- surpresa inesperada
- escolha opcional
- planejar antecipadamente
- abertura inaugural
- continua a permanecer
- a última versão definitiva
- possivelmente poderá ocorrer
- comparecer em pessoa
- gritar bem alto
- propriedade característica
- demasiadamente excessivo
- a seu critério pessoal
- exceder em muito . Note que todas essas repetições
são dispensáveis.
Por exemplo, "surpresa inesperada". Existe alguma
surpresa esperada? É óbvio que não.
Devemos evitar o uso das repetições desnecessárias.
Fique atento às expressões que
utiliza no seu dia-a-dia.
Verifique se não está caindo nesta armadilha, valeu?